A autora aborda situações que podemos
encontrar no dia a dia com a convivência em sociedade, uma critica a política,
a violência, à corrupção. Dê forma critica a autora refere-se à alienação que a
mídia promove para uma parte do publico que precisa do entretenimento e da
noticias de sua cidade, onde parte do publico não tem acesso à educação nem a
internet.
A narrativa acontece no estado de são
Paulo uma metrópole tomada por movimento, que alteram o DNA, das nossas vidas,
onde para viver precisa-se sair de, 7 horas da manha e chegar as entre oito e
nove horas, a uma demanda de trabalho grande. Mais que possua experiências em
trabalho onde o tempo para se qualificar vai depender do quanto o indivíduo se promove
ao estabilizar sua condição de saúde e disposição para o trabalho pesado.
A autora faz uma colocação sobre o
modo em que a noticia chega a nossas casas, no prazer do alimento presenciamos
mortes e desastres, comum em delegacia onde o ser se vê como uma mercadoria, que promove
a audiência.
“Ela não sabe quem eu sou, ela não
fala minha língua” (O teatro mágico)
Em
nossos momentos de lazer tentamos esquecer os jornais, das “TRAGÉDIAS”.
Queremos vida de senhora para tentar ser
feliz por apenas um momento, para no outro dia estarmos na batalha do dia,
adoecer por um momento para podermos viver? Ou por causa do tempo que não temos
para nos cuidar? O mundo globalizado passa a utilizar ferramentas de luxo pra
escravizar as pessoas a suas necessidades
A limpeza para uma manha tranquila: é desligar o radio abrir o
livro, ler uma fantasia, e tentar esquecer que lá fora existe uma guerra para
viver certa #FELICIDADE, trazendo para
nos o modo de viver que possa eternizar nosso lado humano e racional,
escravizar por noticias de ultima hora e boatos é uma LOGICA de vender a
dignidade do ser humano.
O impacto social causado pela violência nos nossos
lares forma uma sociedade preza a armas, e ferramentas pra se manter vivo. Sair
de casa é quase uma guerra, saindo com escudos para se defender do mundo, e do
sentimento do lixo nas ruas que nos impõem certa vida ligeira e sem sentido.
“um dia será onde a gente sinta que
vale a pena LUTAR, ter esperança; onde se adotem linhas firmes de conduta e
ideologia do bem”. Pois cada vez mais as ideologias deixam de se importar,
valem os lucros.
Finalizando o mundo a metrópole a
grande ilha de formigas trabalhadoras que dormem trabalhando e acordam
cansados, para manter o conforto e procurar diversão é a noticia que traduz sua
realidade fantasiada no capital do mercado, ajuda, a saber, como não cruzar com
o perigo.
A autora é uma brasileira natural da
cidade do trabalho e do progresso moral e intelectual. Mostra que o pequeno
espaço que vivemos é uma enorme selva de pedras em cima de uma ilusão de
conforto
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